Primeiras imagens de Henry Cavill como Geralt para a série “The Witcher”

O ator Henry Cavill divulgou nas suas redes sociais um vídeo de teste caracterizado como Geralt  na série de “The Witcher”.

A primeira temporada da série será formada por apenas 8 episódios que serão escritos por Lauren Schmidt Hissrich (Daredevil, The Defenders).

Estreia prevista para 2019 na Netflix.

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Trailer “Cold Pursuit”

Sinopse: Nels, um tranquilo homem de família, e vê seu mundo virado de cabeça para baixo quando o filho é morto por um poderoso traficante de drogas. Impulsionado pelo desejo de vingança e sem nada para perder, ele fará tudo o que por preciso para destruir o cartel.

Filmes para assistir no Halloween

Filmes para assistir no Halloween

O Halloween aproxima-se rapidamente…É aquela época assustadora do ano na qual as ruas estão enfeitadas com abóboras, gatos pretos, caldeirões… Uma noite na qual as pessoas se disfarçam de vampiros/as, bruxas, feiticeiros, monstros, de vilões/vilãs da banda desenhada, do cinema… Que nos empanturramos com comida temática. E, dá-se largas à imaginação. Bem, existem várias formas de se passar uma noite de Halloween. Mas, para aqueles/as que juntam os/as amigos/as e ficam por casa, ou até preferem ver o último filme de terror em cartaz, aqui ficam algumas sugestões de alguns filmes de terror. Sejam clássicos, ou filmes mais contemporâneos, ou dos mais divertidos aos mais aterradores, escolha não falta.

Beetlejuice (1988)

Um jovem casal morre num acidente de automóvel e, sem se aperceber, passa a pertencer ao mundo dos espíritos. Mas, no além, a burocracia também existe e, vendo-se com dificuldades em expulsar uma família de vivos da sua casa, o casal terá de se esforçar e fazê-lo sem ajudas… ou, então, recorrer ao bio-exorcista Beetlejuice, o mais vigarista de todos os fantasmas. Realizado por Tim Burton, este filme junta um argumento fantasmagórico diferente a personagens carismáticas, a um diálogo divertido. Michael Keaton está irreconhecível como Beetlejuice e tem aqui uma das suas melhores interpretações.

IT (2017)

Um grupo de adolescentes de Derry, uma cidade no Maine, formam o auto-intitulado “Losers Club” – o clube dos perdedores. A pacata rotina da cidade é abalada quando crianças começam a desaparecer e tudo o que é encontrado delas são partes dos seus corpos. O “Losers Club” acaba por investigar o responsável pelos crimes: o palhaço Pennywise. Adaptado a partir do livro de Stephen King, este filme foi um sucesso no ano passado. Apesar do seu carácter assustador e creepy devido ao palhaço Pennywise, este filme também aborda outros temas como a amizade, o bullying, o abuso… Já para não falar que o grupo de adolescentes é adorável.

Ghostbusters (1984)

Em Nova Iorque, Peter, Ray e Egon são três cientistas do departamento de psicologia da universidade de Columbia que se dedicam ao estudo de casos paranormais. Mas, eles são despedidos e Venkman sugere que abram um negócio próprio, a exterminadora de fantasmas “Ghostbusters”. Inicialmente eles só têm despesas e nenhum cliente, mas eis que surge Dana Barrett, uma violoncelista que teve uma experiência assustadora. “If there’s something strange in you neighborhood who you gonna call? (ghostbusters)”. Boa sorte ao tentar não trautear. Este filme tem um dos melhores temas de sempre e mais reconhecível da história do cinema. E, que tornou a profissão de caça fantasmas bastante apetecível. Um filme divertido para miúdos e graúdos. Conselho: vejam este e não aquele reboot horrível de 2016.

Halloween (1978)

Michael Myers é um psicopata que vive numa instituição há 15 anos, desde que matou sua própria irmã. Porém, ele consegue fugir e retorna à sua cidade natal para cometer seus crimes na localidade que, aterrorizada, ainda se lembra dele. Clássico filme de terror realizado por John Carpenter, e considerado dos melhores, é um clássico com um bom argumento, personagens memoráveis e com os ingredientes certos de um bom filme de terror. E, que tornou Michael Myers um ícone do cinema.

Para quem é fã da saga, de lembrar que o novo filme “Halloween” já está nas salas do cinema. Este passa-se quarenta anos depois dos acontecimentos do filme original, dirigido por John Carpenter, que surge como compositor, produtor executivo e consultor criativo desta sequela.

Hereditary (2018)

Quando Ellen, a matriarca da família Graham, morre, a família da sua filha começa a desvendar segredos enigmáticos e aterradores. Quanto mais descobrem, mais se veem emaranhados no destino que herdaram. Uma tragédia familiar torna-se assim em algo sinistro e profundamente desconcertante. Um filme bastante intenso, recheado de mistérios que vão sendo desvendados em cenas muito bem realizadas, levando-nos assim a sentir aqueles arrepios à medida que as coisas vão ficando mais intensas. Um dos melhores filmes de terror dos últimos tempos, assustador até dizer chega.

Hocus Pocus (1993)

Winnie, Sarah e Mary são três bruxas do século XVII, que chegam ao século XX após os seus espíritos serem evocados no Dia das Bruxas. Banidas há 300 anos devido à prática de feitiçaria, elas estão dispostas a tudo para garantir juventude e imortalidade. Porém, precisarão enfrentar três crianças e um gato falante que podem atrapalhar os planos. Apesar de ter dividido opiniões, este tornou-se um filme de culto e obrigatório assistir na altura de Halloween. Um filme cómico com cheirinho de Halloween.

Night of the Living Dead (1968)

Por causa das radiações de um satélite caído, os mortos ganham vida e têm sede de carne humana. Um grupo de pessoas numa casa vão ter de lidar com esta situação. George Romero realizou este filme que é, atualmente, considerado o filme que revolucionou o género de terror ao introduzir o subgénero de zombie apocalipse. Um clássico do cinema obrigatório.

Nightmare of Elm Street (1984)

Um grupo de adolescentes têm pesadelos horríveis, onde são atacados por um homem deformado com garras de aço. Ele apenas aparece durante o sono e, para escapar, é preciso acordar. Os crimes vão ocorrendo, até que se descobre que o ser misterioso é na verdade Freddy Krueger, um homem que abusou crianças na rua Elm e que foi queimado vivo. Agora Krueger quer vingar-se daqueles que o mataram. A criação de Wes Craven tornou-se numa das personagens mais icónicas do terror. O sucesso do filme reside não só no vilão icónico, mas também no argumento que pega numa necessidade humana imprescindível, o sono, para torná-la numa verdadeira altura de pânico e terror que parece inevitável.

Scream (1996)

Sidney Prescott começa a desconfiar que a morte de dois estudantes está relacionada com o falecimento da mãe, há cerca de um ano. Enquanto isso, os jovens da pacata cidade começam a receber telefonemas de um maníaco que faz perguntas sobre filmes de terror. Quem erra, morre. Wes Craven revitaliza o género com este filme e cria outra personagem icónica, um psicopata que brinca com as emoções das suas vítimas.

The Addams Family (1991)

Os Addams correm o risco de perder o seu tesouro, pois Tully Alford, um advogado desonesto de quem os Addams são clientes, está em sérias dificuldades financeiras. Como os credores de Alford, Abigail Craven e o filho Gordon estão dispostos a fazer qualquer coisa para receber o dinheiro, o advogado tem uma ideia ao notar que Gordon é muito parecido com Fester, o irmão perdido de Gomez Addams. Assim, Gordon finge ser Fester para tentar encontrar a fortuna da família Addams. Mas, o plano não é tão simples como parece, pois os Addams são uma família bastante peculiar. Para quem gosta de um visionamento descontraído e nostálgico para a sua noite de Halloween. Uma família excêntrica e diferente da qual não nos conseguimos cansar.

The Conjuring (2013)

Baseado numa história verídica, narra o conto de terror de dois investigadores do paranormal, Ed e Lorraine Warren, chamados para ajudar uma família aterrorizada por uma obscura presença numa fazenda isolada. Forçados a confrontar uma entidade demoníaca poderosa, os Warren são apanhados no caso mais assustador das suas vidas. Apesar de uma premissa simples, este filme oferece tudo aquilo que um fã de terror gosta: tensão, suspense e terror. E, que começou um universo que ainda hoje dá os seus frutos.

The Exorcist (1973)

Em Georgetown, uma atriz toma consciência que a filha de 12 anos tem um comportamento completamente assustador. Deste modo, ela pede ajuda a um padre, e este chega a conclusão de que a rapariga está possuída pelo demónio. Ele solicita então a ajuda de um segundo sacerdote, especialista em exorcismo, para tentar livrar a menina da possessão. Considerado por muitos cinéfilos/as o filme mais assustador de sempre, este filme é reconhecido mundialmente, seja pela banda sonora, pelo poster, pela história… Sem dúvida, não é ideal para quem se assusta facilmente.

The Sixth Sense (1999)

Uma criança atormentada por visões de espíritos recebe a ajuda de um psicólogo, que tenta arranjar uma explicação racional para o problema. Mas o sobrenatural prega uma partida ao psicólogo…Este filme marcou-me bastante quando o vi, acho que foi o primeiro filme do género que vi. Suspense ao máximo, com interpretações fantásticas de Bruce Willis e Haley Joel Osment.

Trick R Treat (2007)

Quatro contos intercalados e ambientados na noite de Halloween: o diretor de um colégio desabrocha ao luar como um terrível assassino; a jornada de uma jovem virgem; um grupo de adolescentes executa uma cruel travessura com consequências desastrosas; e um velho briguento combate um demónio muito disposto a travessuras e gostosuras. Com uma abordagem diferente ao género, esta película oferece humor negro, terror, suspense e sustos…

Sleepy Hollow (1999)

No leste dos EUA, no século XVIII, um investigador científico, Ichabod Crane, procura respostas para as mortes atribuídas ao espírito de um soldado. Na investigação, conhece uma jovem, filha de uma família influente. Baseado no clássico de Washington Irving sobre a lenda do cavaleiro sem cabeça, Tim Burton criou um filme que mistura o horror, a fantasia, o humor negro, o romance… O que resultou num filme com uma atmosfera única e cativante, graças não só à realização de Burton, mas também ao elenco, à cinematografia, ao design de produção…

“Marvel’s Daredevil” season 3

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Ano: 2018

Género: Ação, Crime, Drama

Realização: Phil Abraham, Stephen Surjik, Mark Jobst, Alez Garcia Lopez, Jennifer Getzinger…

Argumento: Tonya Kong, Sarah Streicher, Erik Oleson…

Elenco: Charlie Cox, Deborah Ann Woll, Elden Henson, Vincent D’ Onofrio, Royce Johnson, Geoffrey Cantor, Jay Ali…

Episódios: 13

Inspirado na banda desenhada “Born Again”, a nova temporada de “Marvel’s Daredevil” acompanha Matt Murdock após os eventos finais de “The Defenders”. Matt Murdock volta a usar o uniforme preto e rejeita a alcunha de herói. Mas, quando o seu arqui-inimigo Wilson Fisk é libertado da prisão, Matt deve escolher entre se esconder do mundo ou aceitar o seu destino como o Demónio de Hell’s Kitchen.

E, esta foi a base para aquela que pode ser considerada a melhor temporada desta série, e mesmo a melhor temporada das séries Marvel/Netflix.

Tal como o referido, na última vez que vimos o Demónio de Hell’s Kitchen em “The Defenders” ele foi dado como morto. Já no início desta 3ª temporada, Matt foi encontrado e trazido para o orfanato no qual cresceu, onde recuperou. Mas, este sacrifício trouxe consequências não só físicas como psicológicas. Encontramos o nosso protagonista moralmente perdido, questionando a sua jornada e a sua vida dupla de Matt Murdock/Demónio. A questionar mesmos as suas crenças religiosas e o seu papel como herói. Ao seu lado, o padre Lantom e a Irmã Maggie (que Matt também conheceu da sua infância) foram os seus conselheiros. Ao mesmo tempo, Matt ficou a saber que Wilson Fisk foi libertado, o que não ajudou ao seu sentimento de revolta e impotência. A solução: voltou ao básico e desprendeu- se da vida de Matt Murdock, da sua profissão e das amizades, focando-se apenas em eliminar Fisk. Ao mesmo tempo, a consciência de Matt foi assombrada por dilemas transfigurados em figuras do passado.

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Foggy e Karen lidaram de diferentes maneiras com a perda de Matt, e tentaram à sua maneira batalhar a ameaça de Wilson Fisk. Conhecemos um pouco também destas personagens como o passado de Karen, a família de Foggy…

Já Wilson Fisk nunca esteve melhor: manipulador, calculista, torceu a lei a seu favor. Para além de querer sair da reclusão, um dos seus objetivos foi trazer de volta a sua amada, Vanessa, para junto dele. E, outro foi destruir a pessoa Matt Murdock e a reputação do Demónio de Hell’s Kitchen. Tentou distorcer acontecimentos, virando a comunidade contra o vigilante que todos pensavam ser um herói. Chegou a ser assustador perceber o alcance de poder que Kingpin (alcunha já dada nesta temporada) teve ao seu dispor.

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Outro vilão apresentado nesta temporada foi Bullseye, ainda conhecido por agente Pointdexter. Bullseye é um conhecido vilão de Daredevil na banda desenhada e teve aqui a sua estreia em tv. Seguido desde criança por terapeutas, Dex é obsessivo, perfeccionista, e tenta ser empático. E, tem uma capacidade acima da média em combate e tiro. Fisk aproveitou-se da sua vulnerabilidade para torna-lo útil para os seus planos. Fisk também se aproveitou da vulnerabilidade do agente Naddem, um agente que apenas queria fazer o seu trabalho, mas que depressa se viu envolvido em esquemas perigosos sem saída.

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O argumento foi bem escrito, focando-se maioritariamente em Matt Murdock e na sua jornada, mas também equilibrando as restantes personagens e acontecimentos. Todas as personagens tiveram arcos significativos com impacto na história, desde ao amigos fiéis de Matt Murdock que se recusaram a ficar de braços cruzados, à Irmã Maggie que escondeu um segredo surpreendente, ao aplicado e justo agente Naddem, ao misterioso Agente Pointdexter… Apesar dos 13 episódios, não se deu pelo tempo passar, existindo um equilíbrio entre os tempos de contemplação, ação, diálogo e flashbacks. Ao que ajudou a qualidade da realização, o que resultou em episódios bem realizados e editados, recheados de suspense e tensão. Momentos de ficar agarrado ao ecrã. Um exemplo dessa qualidade foi o episódio 5, que recriou eventos do passado de uma forma criativa e diferente. As cenas de acção desta série já nos habituaram ao melhor, e esta temporada não foi excepção. Cenas violentas e credíveis de lutas corpo a corpo, e a perícia específica do agente Pointdexter trouxe uma nova dimensão a esse tipo de lutas. E, claro tivemos direito há já típica cena do corredor.

O elenco nunca esteve melhor, mas destaco alguns. Charlie Cox foi e é perfeito como Matt Murdock/Demónio de Hell’s Kitchen. Conseguimos sentir a sua dor física e emocional. Vincent D´ Onofrio tem uma presença intensa como Wilson Fisk, uma personagem complexa, que é capaz de cometer as piores atrocidades, mas que também sente afecto por certas pessoas na sua vida. Uma das cenas de Matt e Fisk é das mais intensas já vistas na série. Wilson Bethel dará um excelente futuro Bullseye, já que Pointdexter é dotado de uma psique complicada, e consegue ser letal e creepy. Jay Ali (Agente Naddem) é aquele tipo de personagem que tudo lhe correu mal, mas pela qual não deixamos de torcer.

Em conclusão, esta 3ª temporada de “Marvel’s Daredevil” é das melhores temporadas televisivas do ano devido à sua excelente qualidade em todos os parâmetros: um argumento mais realista, com novas personagens fortes, sem as personagens que só ocupavam espaço (como Claire Temple), e mantendo a qualidade na realização, edição, ação… Uma história sobre a queda e ascensão de um herói, mas que também fala da perseverança do espírito humano, de redenção e de segundas oportunidades.

Depois do cancelamento de “Iron Fist” e “Luke Cage”, espero que “Daredevil” escape porque provou uma vez mais que é a série mais forte da parceria Netflix/Marvel.

PS: Fiquei bastante desiludida com o cancelamento das séries “Iron Fist”, que nesta última temporada tinha melhorado, e de “Luke Cage” que sempre foi uma boa série, na minha opinião. Talvez uma boa ideia fosse juntar os dois heróis numa série conjunta.

“Solo: A Star Wars Story” (2018)

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Ação, Aventura, Fantasia

Realização: Ron Howard

Argumento: Jonathan Kasdan, Lawrence Kasdan

Elenco: Alden Elrenreich, Joonas Suotamo, Woody Harrelson, Emilia Clarke, Donald Glover, Thandie Newton…

Em “Han Solo: Uma História de Star Wars”, uma nova aventura com o vigarista mais popular da galáxia. Depois de uma série de aventuras perigosas no submundo do crime, Han Solo faz amizade com o co-piloto Chewbacca e conhece o jogador com má reputação Lando Calrissian, numa jornada que irá definir o caminho de um dos heróis da saga Star Wars.

A Disney continua a investir e a expandir o universo de Star Wars. “Solo” foi um projeto que começou de forma instável, ao mudar de realizador durante a meio das filmagens, e Ron Howard foi o escolhido. Ora, “Solo” é uma prequela sobre Han Solo e as suas primeiras aventuras: como se tornou um contrabandista, como conseguiu a Falcon, como conheceu Chewbacca… Será que valia a pena fazer um filme sobre o passado de Han Solo? Depois de ver o filme, acho que conseguíamos viver sem ele, mas também não é um mau filme.

O argumentista Lawrence Kasdan já não é um estreante nestas andanças, tendo no seu currículo filmes como “Star Wars: The Force Awakens” e “Star Wars: Return of the Jedi”. Apesar do trabalho conjunto dos dois argumentistas, este argumento é…médio.

O ritmo do filme não é o melhor, sendo demasiado lento de vez em quando. Por um filme ser sobre o passado de Han Solo, não precisa de explicar cada pequeno facto ou objeto relacionado com Han. E a explicação do nome, algo ridícula. A principal missão do filme também não é muito interessante. Outro pequeno problema do filme é que não existiu um claro antagonista. Primeiro pensávamos que o vilão era um, mas afinal não era bem assim. Dryden Vos poderia ter sido um bom vilão, mas teve pouco tempo de antena.

Alguma das melhores cenas são aquelas onde estão Chewbacca (está igual a si mesmo, o mesmo Wookiee gentil e leal), a dróide L3-37 e Lando Calrissian. E, a interação destas personagens entre elas e a sua relação com Han Solo. A dróide L3-37 é, para mim, a melhor nova personagem, divertida, corajosa e focada. Na minha opinião, estas quatro personagens têm entre si os melhores diálogos e as melhores cenas: desde cenas mais engraçadas, a cenas mais de ação, e até incitam revoluções.

As cenas de ação foram bem executadas, e satisfatórias com explosões e revoluções pelo meio. O design de produção também esteve à altura e recriou lugares credíveis para as galáxias de Star Wars. Já a cinematografia pecou por ser demasiado escura, de vez em quando.

Em relação ao elenco, Alden Elrenreich faz uma boa interpretação, é engraçado e tem algum carisma. Mas, percebemos que este Solo está longe de ser aquele que conhecemos em “Star Wars: A New Hope”, que está longe dessa reputação e ainda não é tão resmungão. A personagem de Emilia Clarke, Qui’ra, não chega a ser uma co- protagonista forte e nunca chegamos a perceber muito bem as intenções da personagem. Donald Glover, para mim, é o que mais se destaca com a sua interpretação de Lando Calrissian. Carismático, engraçado, rouba atenções nas cenas que entra. Paul Bettany é um bom actor mas teve pouco tempo de antena e por isso a sua personagem não ficará para a história. Thandie Newton é uma excelente atriz mas o seu papel é cortado demasiado cedo.

Em suma, “Solo: a Star Wars Story” é uma aventura galáctica que nos proporciona bons momentos mas, que não traz nada de novo e tem pouco impacto no legado Star Wars já existente. O que nos deixa a pensar, que o objetivo nos dias de hoje é espremer ao máximo este franchising de maneira a retirar o máximo lucro possível.

Classificação- 3,5 em 5 estrelas

Iberanime Opo 2018

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No passado domingo, dia 13 de outubro tive a oportunidade de ir ao Iberanime na cidade do Porto.

Já se tornou um (bom) hábito, já que vou a este evento desde a 1ª edição, ainda o evento era no Pavilhão Rosa Mota. Mas, o evento foi crescendo e crescendo, e melhorando.

Este ano o Iberanime foi, pela primeira vez, na Exponor em Matosinhos. Realmente, o Multiusos em Gondomar estava a começar a ficar pequeno.

A manhã começou com um passeio pelo novo espaço, que aprecio mais. Podemos andar mais á vontade pelos espaços de merchandising e gaming e existem aqueles espaços mais vazios onde podemos descansar. E, temos as habituais presenças da Embaixada do Japão, do Dojo Kendo de Braga, do Bonsai Clube do Porto… Contudo, não achei uma boa ideia de a seção da comida estar misturada com o resto das secções. E, a seção da comida continua a não ter variedade, só existe noddles.

No final da manhã, a eliminatória portuguesa do Cosplay World Masters encheu as medidas. Os concorrentes destes concursos estão cada vez melhores.

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E, depois, tive a oportunidade de assistir ao Q&A da cosplayer sul-coreana Pion Kim, no qual abordou questões o porquê e como começou no cosplay, que materiais mais gosta usar… Estas pequenas conversas são sempre enriquecedoras para quem quer conhecer melhor a arte do cosplay e para quem quer melhorar a sua própria técnica.

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Depois, foi hora do concurso de cosplay de grupo, que é sempre mais descontraído e engraçado. Eu tinha duas amigas por quem estava a torcer, BeautifulDreams e Veryxis. Posso dizer que as duas fizeram sucesso pelo evento, deslumbrando miúdos e graúdos. E, ficaram em segundo lugar.

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E, assim se passou mais um ano de Iberanime, com muita diversão, para para dances, convívio… Mal posso esperar pelo do próximo ano, um ponto é certo, nunca desilude.