Critics Choice Awards 2021(vencedores)

Os Critics Choice Awards 2021 entregaram finalmente as suas estatuetas. Apresentados por Taye Diggs numa cerimónia virtual, como também já havia acontecido com os Globos de Ouro, os críticos de cinema e televisão dos Estados Unidos da América escolheram os seus filmes e séries preferidos.

CINEMA

MELHOR FILME

“Nomadland – Sobreviver na América” (Searchlight Pictures)

MELHOR ATOR

Chadwick Boseman – “Ma Rainey: A Mãe do Blues” (Netflix)

MELHOR ATRIZ

Carey Mulligan – “Uma Miúda Com Potencial” (Focus Features)

MELHOR ATOR SECUNDÁRIO

Daniel Kaluuya – “Judas and the Black Messiah” (Warner Bros.)

MELHOR ATRIZ SECUNDÁRIA

Maria Bakalova – “Borat Subsequent Moviefilm” (Amazon Studios)

MELHOR JOVEM ATOR/ATRIZ

Alan Kim – “Minari” (A24)

MELHOR ELENCO

“Os 7 de Chicago” (Netflix)

MELHOR REALIZADOR

Chloé Zhao – “Nomadland – Sobreviver na América” (Searchlight Pictures)

MELHOR ARGUMENTO ORIGINAL

Emerald Fennell – “Uma Miúda Com Potencial” (Focus Features)

MELHOR ARGUMENTO ADAPTADO

Chloé Zhao – “Nomadland – Sobreviver na América” (Searchlight Pictures)

MELHOR FOTOGRAFIA

Joshua James Richards – “Nomadland – Sobreviver na América” (Searchlight Pictures)

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO

Donald Graham Burt, Jan Pascale – “Mank” (Netflix)

MELHOR MONTAGEM

Alan Baumgarten – “Os 7 de Chicago” (Netflix) e Mikkel E. G. Nielsen – “Sound of Metal” (Amazon Studios) – empate

MELHOR GUARDA-ROUPA

Ann Roth – Ma Rainey: A Mãe do Blues” (Netflix)

MELHOR MAQUILHAGEM E CABELOS

“Ma Rainey: A Mãe do Blues” (Netflix)

MELHORES EFEITOS VISUAIS

“Tenet” (Warner Bros.)

MELHOR COMÉDIA

“Palm Springs” (Hulu e NEON)

MELHOR FILME DE LÍNGUA ESTRANGEIRA

“Minari” (A24)

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL

“Speak Now” – “Uma Noite em Miami…” (Amazon Studios)

MELHOR BANDA-SONORA ORIGINAL

Trent Reznor & Atticus Ross, Jon Batiste – “Soul” (Disney)

TV

MELHOR SÉRIE DE DRAMA

“The Crown” (Netflix)

MELHOR ATOR EM SÉRIE DRAMÁTICA

Josh O’Connor – “The Crown” (Netflix)

MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DRAMÁTICA

Emma Corrin – “The Crown” (Netflix)

MELHOR ATOR SECUNDÁRIO EM SÉRIE DRAMÁTICA

Michael K. Williams – “Lovecraft Country” (HBO)

MELHOR ATRIZ SECUNDÁRIA EM SÉRIE DRAMÁTICA

Gillian Anderson – “The Crown” (Netflix)

MELHOR SÉRIE DE COMÉDIA

“Ted Lasso “(Apple TV+)

MELHOR ATOR EM SÉRIE DE COMÉDIA

Jason Sudeikis – “Ted Lasso” (Apple TV+)

MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DE COMÉDIA

Catherine O’Hara – “Schitt’s Creek” (Pop)

MELHOR ATOR SECUNDÁRIO EM SÉRIE DE COMÉDIA

Daniel Levy – “Schitt’s Creek” (Pop)

MELHOR ATRIZ SECUNDÁRIA EM SÉRIE DE COMÉDIA

Hannah Waddingham – “Ted Lasso” (Apple TV+)

MELHOR MINISSÉRIE

“The Queen’s Gambit” (Netflix)

MELHOR TELEFILME

“Hamilton” (Disney+)

MELHOR ATOR EM MINISSÉRIE OU TELEFILME

John Boyega – “Small Axe” (Amazon Studios)

MELHOR ATRIZ EM MINISSÉRIE OU TELEFILME

Anya Taylor-Joy – “The Queen’s Gambit” (Netflix)

MELHOR ATOR SECUNDÁRIO EM MINISSÉRIE OU TELEFILME

Donald Sutherland – “The Undoing” (HBO)

MELHOR ATRIZ SECUNDÁRIA EM MINISSÉRIE OU TELEFILME

Uzo Aduba – “Mrs. America” (FX)

MELHOR TALK SHOW

“Late Night with Seth Meyers” (NBC)

MELHOR ESPECIAL DE COMÉDIA

“Jerry Seinfeld: 23 Hours to Kill” (Netflix) / “Michelle Buteau: Welcome to Buteaupia” (Netflix) – empate

MELHOR SÉRIE – CURTO-FORMATO

“Better Call Saul: Ethics Training with Kim Wexler” (AMC/Youtube)

“Promising Young Woman” 2020

Crime, Drama, Thriller

Realização: Emerald Fennell

Argumento: Emerald Fennell

Elenco: Carey Mulligan, Bo Burnham, Alison Brie…

Cassie é uma mulher com muitos traumas do passado que frequenta bares todas as noites e finge estar bêbada. Quando homens se aproximam dela com a desculpa de que vão ajudá-la, Cassie entra em ação.

Cassandra é uma jovem marcada por um acontecimento do passado que a pôs num caminho de justiça e vingança. Cassandra vai á caça e o objetivo é dar uma lição aqueles que são mal intencionados. Não se pode divulgar muito mais do filme, sem spoilar.

Este é o primeiro filme da realizadora/argumentista Emerald Fennell e não poderia ser mais ambicioso ao abordar uma jornada de vingança de uma forma diferente. O argumento é interessante, arrojado e provocativo. Uma história em que os papéis de predador-presa se invertem. Consegue agarrar o público do início ao fim, sendo imprevisível, mesmo no final do filme. Na realização, nota-se a extrema atenção ao detalhe. A cinematografia do filme também atrai os olhares, com as suas cores vivas e um look doce e lustroso que contrasta com o tema do filme.

Já que no que diz respeito ao elenco, sem dúvida que há que enaltecer a protagonista Carey Mulligan. Na sua interpretação, ela consegue ser assustadora e engraçada ao mesmo tempo. E é soberba de como consegue ser fria, ao mesmo tempo que tem uma bagagem emocional pesada sem parecer.

“Promising Young Woman” tornou-se uma agradável surpresa que se apoia numa protagonista determinada e que não tem medo de nada, á medida que ela enceta um caminho de vingança.

Classificação – 4,5 em 5 estrelas

Golden Globes 2021 (Vencedores)

78th ANNUAL GOLDEN GLOBE AWARDS — Pictured in this screen grab: (l-r) Hosts, Tina Fey and Amy Poehler at the 78th Annual Golden Globe Awards on February 28, 2021. — (Photo by: NBC)

A 78.ª cerimónia dos Golden Globes realizou-se este domingo, distribuindo prémios aos grandes nomes do cinema e televisão de 2020 e início de 2021. A festa deste ano, com apresentação de Tina Fey e Amy Poehler, teve os vários nomeados a comunicar por videochamada, dando assim um toque diferente ao certame.

CINEMA

Melhor Filme – Drama – Nomadland
Melhor Filme – Musical ou Comédia – Borat 2
Melhor Realizador – Chloé Zhao (Nomadland)
Melhor Ator – Drama – Chadwick Boseman (Ma Rainey’s Black Bottom)
Melhor Atriz – Drama – Frances McDormand (Nomadland)
Melhor Ator – Musical ou Comédia – Sacha Baron Cohen (Borat 2)
Melhor Atriz – Musical ou Comédia – Rosamund Pike (I Care A Lot)
Melhor Ator Secundário num Filme – Daniel Kaluuya (Judas and the Black Messiah)
Melhor Atriz Secundária num Filme – Jodie Foster (The Mauritanian)
Melhor Argumento – Aaron Sorkin (Os 7 de Chicago)
Melhor Banda Sonora Original – Trent Reznor & Atticus Ross and Jon Batiste (Soul)
Melhor Canção Original – “Io Sì (Seen)” — The Life Ahead (Diane Warren, Laura Pausini, Niccolò Agliardi)
Melhor Filme de Animação – Soul
Melhor Filme em Língua Estrangeira – Minari (EUA)

TV

Melhor Série – Drama – The Crown
Melhor Série – Comédia – Schitt’s Creek
Melhor Minissérie ou Telefilme – The Queen’s Gambit
Melhor Ator numa Série – Drama – Josh O’Connor (The Crown)
Melhor Atriz numa Série – Drama – Emma Corrin (The Crown)
Melhor Ator numa Série – Comédia – Jason Sudeikis (Ted Lasso)
Melhor Atriz numa Série – Comédia – Catherine O’Hara (Schitt’s Creek)
Melhor Ator – Minissérie ou Telefilme – Mark Ruffalo (I Know This Much Is True) Melhor Atriz – Minissérie ou Telefilme – Anya Taylor-Joy (Gambito de Dama) Melhor Ator Secundário – Série, Minissérie ou Telefilme – John Boyega (Small Axe)
Melhor Atriz Secundária – Série, Minissérie ou Telefilme – Gillian Anderson (The Crown)

“Sound of Metal” 2020

Drama, Música

Realização: Darius Marder

Argumento: Darius Marder, Abraham Marder

Elenco: Riz Ahmed, Olivia Cooke, Paul Raci…

Um jovem baterista teme pelo seu futuro quando percebe que está gradualmente a ficar surdo. Duas paixões estão em jogo: a música e a namorada, que pertence á mesma banda de heavy metal. Essa mudança drástica acarreta muita tensão e angústia na vida do baterista, atormentado lentamente pelo silêncio.

Logo na cena inicial, ouve-se o feedback de uma guitarra eléctrica e subitamente, o filme abre num plano de uma bateria, atrás da qual há um jovem rapaz, aguarda pelo primeiro acorde. Chegado o seu momento, Ruben, baterista de um duo de garage punk , toca com uma energia intensa. Esta é a vida de Ruben: corre o país com a parceira de banda e namorada e dá concertos para um público bastante específico. Percebe-se a importância que a música tem na vida de Ruben, contudo a vida tira-lhe o tapete quando ele percebe que está a perder a audição, algo que começa a afectar as suas actuações e a própria relação com a namorada. Ruben terá de aprender a viver com a sua nova condição, e entra numa comunidade de apoio a pessoas com deficiências auditivas e dependentes em recuperação. O argumento do filme cinge-se á jornada de crescimento e aprendizagem de Ruben á sua nova condição. O que seria perder algo tão necessário para a realização pessoal?Adaptar-se a uma nova vida? No caso de Ruben, passar de um meio caótico e ruidoso por um mundo silencioso? Uma jornada emotiva e introspetiva que prefere contar a história por meios visuais e nem tanto pelos diálogos. Já Darius Marder realiza o seu primeiro filme de forma competente.

De todos os departamentos, há que realçar o design de som que foi crucial para compreendermos a experiência de Ruben. Ouvimos (ou deixamos de ouvir) como Ruben, e sentimos o pânico que ele sente quando deixa de ouvir, e também o silêncio depois.

Já no que diz respeito ao elenco, as suas interpretações também foram importantes para a qualidade do filme. Riz Ahmed que protagoniza Ruben é perfeito neste papel, ao dar uma performance humana com um expectro de variação emocional notável. No qual conseguimos perceber o que ele sente, e empatizamos com a sua jornada. Já Olivia Cooke e Paul Raci estiveram á altura do desafio com performances competentes.

“Sound of Metal” revelou-se uma verdadeira surpresa ao passar uma mensagem relevante de forma humana e pessoal. De que a surdez não significa deficiência ou término de algo, mas antes significa uma adaptação e novas oportunidades de vida, um conceito problematizado na personagem de Ruben.

Classificação – 4 em 5 estrelas

“Wonder Woman 1984”

Ação, Aventura, Fantasia

Realização: Patty Jenkins

Argumento: Patty Jenkins

Elenco: Gal Gadot, Chris Pine, Kristen Wiig

A próxima aventura da Mulher Maravilha avança para os anos 80 onde vai ter de enfrentar dois novos inimigos: Max Lord e The Cheetah. Depois de ter lutado contra as forças nazis durante a Segunda Grande Guerra, volta a entrar em acção na década de 1980, quando o mundo vive em plena Guerra Fria.

Depois do filme ser adiado várias vezes, “Wonder Woman 1984” finalmente estreou no cinema mas, também no streaming. Nesta aventura, encontramos Diana a viver tranquilamente nos EUA equilibrando o contínuo papel de salvadora e com a vida de antropologista no Smithsonian. É nesse instituto que encontra Barbara Minerva. Após alguns momentos de confraternização, a tímida e impopular Barbara tem o desejo de ser igual a Diana. Por via de um artefacto mágico isso acaba por acontecer, de certa forma. E é essa mesma magia que interessa a Maxwell Lord, mas que devido ao seu desconhecimento pela magia e as consequências, ele coloca o mundo em risco.

O filme prometia ser tão bom como o primeiro, mas infelizmente ficou algo aquém das expectativas. O argumento deste filme aproveita-se do cenário dos anos 80 ao alimentar-se da nostalgia e do humor da época. O contexto é algo repetitivo devido ás vezes que os ano 80 foram abordados ultimamente em tv e cinema, mas desde que fosse bem enquadrado não haveria problema. Deu cor á banda sonora e aos cenários. Claro que a história de um filme destes prende-se directamente com a jornada da heroína e, claro, com os vilões. O mais positivo do argumento prende-se com os vilões, Max Lord e Cheetah, que trouxeram algum interesse á história. Contudo, por aparecerem os dois, não foram tão bem desenvolvidos, ao contrário se fossem os antagonistas sozinhos. Outro elemento positivo foi o regresso de Steve Trevor, a sua personagem continua a ter o mesmo carisma. Contudo, o seu regresso também se prende com um dos elementos menos positivos do argumento. A parte da magia também foi algo rebuscada, magia essa que consegue trazer de volta Steve Trevor. Contudo, apesar do aparato, a história transmite uma mensagem: que mesmo algo positivo pode ter consequências; que é impossível ter-se tudo o que deseja; dar valor ao que já se tem… E, claro a mensagem de pôr o bem de todos á frente do individual.

As cenas de ação não foram tão expansivas como as do primeiro filme, devido á própria necessidade da história, contudo a execução de algumas deixou a desejar, não sendo tão refinadas, principalmente em lutas corpo a corpo. Sendo a excepção a cena do prólogo na ilha das amazonas. Já que no que diz respeito ao elenco, há que falar primeiro da protagonista Gal Gadot. Realmente, ela cada vez mais parece o casting acertado para a personagem. Já a sua química com Chris Pine é inegável e o actor provou mais uma vez que é perfeito para o papel. Por outro lado, foi bom ver Pedro Pascal num papel algo diferente do que ele já tinha feito e não se saiu nada mal ao encarnar Maxwell Lord com a sua excentricidade. Kristen Wiig aparece neste filme também num papel algo diferente do que estamos habituada a vê-la, como vilã. Até não se saiu mal, mas o tempo no ecrã foi limitado.

Patty Jenkins tinha uma tarefa difícil em mãos, depois do sucesso e da qualidade do primeiro filme. Contudo, não conseguiu igualar a qualidade do primeiro filme. Em “Wonder Woman 1984”, o argumento poderia ter sido mais bem escrito, dar mais tempo aos arcos dos vilões (principalmente o final) lições e a ação mais bem executada. Contudo, não deixa de ser um filme de entretenimento perfeito para uma boa tarde de cinema.

Classificação – 3,5 em 5 estrelas

“Another Round” 2020

Comédia, Drama

Realização: Thomas Vinterberg

Argumento: Thomas Vinterberg, Tobias Lindholm

Elenco: Mads Mikkelsen, Thomas Bo Larsen, Magnus Millang…

Quatro amigos, todos professores do ensino secundário, testam a teoria de que melhorarão as suas vidas mantendo um nível constante de álcool no sangue.

Um grupo de amigos de meia-idade, algo aborrecidos e cansados da rotina, decidem testar a teoria de um filósofo norueguês que afirma que o homem nasce com um nível de álcool no sangue muito baixo, precisamente 0,5º a menos do que o ideal. O argumento de Thomas Vinterberg parece algo rebuscado mas, é certo que resulta. A história foca-se mais no lado de Martin, um professor de história deprimido e algo apático que mesmo no seio familiar parece invisível. Mas, tudo muda quando os colegas o incentivam a participar na experiência. Os quatro amigos começam a consumir álcool e a manter uma taxa de 0,5 durante as horas do expediente, ao mesmo tempo que registam os efeitos desse consumo nas suas vidas profissionais e pessoais. Os primeiros resultados da experiência são animadores, injetando energia nas suas vidas e confiança nas suas atitudes. Contudo, nem tudo corre bem á medida que o estudo avança e a ingestão de álcool aumenta. O argumento resulta então como um drama com vários toques de comédia, uma celebração ao álcool, à amizade, e á vida. Mas, também resulta como alerta ao exagero dos consumos sem patronizar demais. É certo que apesar da euforia inicial, o álcool não iria resolver por si só os seus problemas profissionais ou pessoais, teriam de ir mais ao fundo da questão. Não iria ser assim tão fácil.

No que diz respeito ao elenco, os outros atores conseguem entregar boas atuações que enfatizam as diferenças e características pessoais que são potencializadas pela “experiência”. Destaca-se Mads Mikkelsen, que mais uma vez tem interpretação fantástica, sendo a apoteose a cena final do filme.

“Another Round” revela-se como um dos melhores filmes do ano ao retratar a típica crise de meia idade de 4 amigos que se refugiam numa experiência de forma a encontrar um novo ritmo para as suas vidas, ao mesmo tempo que mostra impacto do consumo do álcool exagerado, sem ser moralista.

Classificação – 4 em 5 estrelas

Globos de Ouro 2021 (Nomeações)

CINEMA
MELHOR FILME (DRAMA)

“Nomadland – Sobreviver na América”
“Mank”
“O Pai”
“Uma Miúda com Potencial”
“Os 7 de Chicago”

MELHOR FILME (COMÉDIA OU MUSICAL)
“Borat, O Filme Seguinte”
“Hamilton”
“Music”
“Palm Springs”
“The Prom”

MELHOR REALIZAÇÃO
Emerald Fennell (“Uma Miúda com Potencial”)
David Fincher (“Mank”)
Chloé Zhao (“Nomadland”)
Regina King (“Uma Noite em Miami”)
Aaron Sorkin (“Os 7 de Chicago”)

MELHOR ATOR (DRAMA)
Riz Ahmed (“Sound of Metal”)
Chadwick Boseman (“Ma Rainey: A Mãe do Blues”)
Anthony Hopkins (“O Pai”)
Gary Oldman (“Mank”)
Tahar Ramin (“O Mauritano”)

MELHOR ATRIZ (DRAMA)
Viola Davis (“Ma Rainey: A Mãe do Blues”)
Andra Day (“Estados Unidos vs. Billie Holiday”)
Frances McDormand (“Nomadland”)
Carey Mulligan (“Uma Miúda com Potencial”)
Vanessa Kirby (“Pieces of a Woman”)

MELHOR ATOR (COMÉDIA OU MUSICAL)
Sacha Baron Cohen (“Borat, O Filme Seguinte”)
James Corden (“The Prom”)
Lin-Manuel Miranda (“Hamilton”)
Andy Samberg (“Palm Springs”)
Dev Patel (“A vida Extraordinária de Copperfield”)

MELHOR ATRIZ (COMÉDIA OU MUSICAL)
Maria Bakalova (“Borat, O Filme Seguinte”)
Kate Hudson (“Music”)
Michelle Pfeiffer (“French Exit”)
Rosamund Pike (“I Care A Lot”)
Anya Taylor-Joy (“Emma”)

MELHOR ATOR SECUNDÁRIO
Sacha Baron Cohen (“Os 7 de Chicago”)
Daniel Kaluuya (“Judas and the Black Messiah”)
Jared Leto (“As Pequenas Coisas”)
Bill Murray (“On the Rocks”)
Leslie Odom, Jr. (“Uma Noite em Miami”)

MELHOR ATRIZ SECUNDÁRIA
Glenn Close (“Lamento de uma América em Ruínas”)
Olivia Colman (“O Pai”)
Jodie Foster (“O Mauritano”)
Amanda Seyfried (“Mank”)
Helena Zengel (“Notícias do Mundo”)

MELHOR ARGUMENTO
“Os 7 de Chicago”
“Nomadland”
“O Pai”
“Mank”
“Uma Miúda com Potencial”

MELHOR FILME ESTRANGEIRO
“Another Round” (Dinamarca)
“La Llorona” (Guatemala, França)
“Uma Vida à Sua Frente” “(Itália)
“Minari (EUA)
“Deux” (França)

MELHOR FILME DE ANIMAÇÃO
“Soul – Uma Aventura com Alma”
“´Bora Lá”
“Os Croods: Uma Nova Era”
“Over the Moon”
“Wolfwalkers”

MELHOR BANDA SONORA ORIGINAL
“O Céu da Meia-Noite”
“Mank”
“Notícias do Mundo”
“Soul – Uma Aventura com Alma”
“Tenet”

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL
“Uma Vida à Sua Frente” (“Uma Vida à Sua Frente”) – Diane Warren, Laura Pausini, Niccolò Agliardi
“Speak Now” (“One Night in Miami”) – Leslie Odom Jr, Sam Ashworth
“Tigress & Tweed” (“The United States Vs. Billie Holiday”) – Andra Day, Raphael Saadiq
“Fight For You” (“Judas and the Black Messiah”) – H.E.R., Dernst Emile II
“Hear My Voice” (“Os 7 de Chicago”) – Daniel Pemberton, Celeste Waite

TELEVISÃO
MELHOR SÉRIE (DRAMA)
“The Mandalorian”
“The Crown”
“Lovecraft Country”
“Ozark”
“Ratched”

MELHOR SÉRIE (COMÉDIA)
“Emily in Paris”
“Ted Lasso”
“The Flight Attendant”
“Schitt’s Creek”
“The Great”

MELHOR TELEFILME OU MINISSÉRIE
“”Gambito de Dama”
“Normal People”
“The Undoing”
“Small Axe”
“Unorthodox”

MELHOR ATOR (SÉRIE DRAMA)
Jason Bateman (“Ozark”)
Josh O’Connor (“The Crown”)
Bob Odenkirk (“Better Call Saul”)
Matthew Rhys (“Perry Mason”)
Al Pacino (“Hunters”)

MELHOR ATRIZ (SÉRIE DRAMA)
Olivia Colman (“The Crown”)
Jodie Comer (“Killing Eve”=
Emma Corrin (“The Crown”)
Laura Linney (“Ozark”)
Sarah Paulson (“Ratched”)

MELHOR ATOR (COMÉDIA OU MUSICAL)
Don Cheadle (“Black Monday”)
Eugene Levy (“Schitt’s Creek”)
Nicholas Hoult (“The Great”)
Jason Sudeikis (“Ted Lasso”)
Ramy Youssef (“Ramy”)

MELHOR ATRIZ (COMÉDIA OU MUSICAL)
Lily Collins (“Emily in Paris”)
Kaley Cuoco, (“The Flight Attendant”)
Elle Fanning (“The Great”)
Catherine O’Hara (“Schitt’s Creek”)
Jane Levy (“Zoey’s Extraordinary Playlist”)

MELHOR ATOR EM TELEFILME OU MINISSÉRIE
Bryan Cranston (“Your Honor”)
Jeff Daniels (“The Comey Rule”)
Ethan Hawke (“The Good Lord Bird”)
Hugh Grant (“The Undoing”)
Mark Ruffalo (“I Know This Much Is True”)

MELHOR ATRIZ EM TELEFILME OU MINISSÉRIE
Anya Taylor-Joy (“Gambito de Dama”)
Shira Haas (“Unorthodox”)
Nicole Kidman (“The Undoing”)
Cate Blanchett (“Mrs. America”)
Daisy Edgar-Jones (“Normal People)

MELHOR ATOR SECUNDÁRIO EM SÉRIE, MINISSÉRIE OU TELEFILME
John Boyega (“Small Axe”)
Brendan Gleeson (“The Comey Rule”)
Dan Levy (“Schitt’s Creek”)
Jim Parsons (“Hollywood”)
Donald Sutherland (“The Undoing”)

MELHOR ATRIZ SECUNDÁRIA EM SÉRIE, MINISSÉRIE OU TELEFILME
Gillian Anderson (“The Crown”)
Helena Bonham Carter (“The Crown”)
Julia Garner (“Ozark”)
Annie Murphy (“Schitt’s Creek”)
Cynthia Nixon (“Ratched”)