Filmes perfeitos para a época natalícia

 

Filmes perfeitos para se assistir no Natal

É a altura mais mágica do ano, e das melhores alturas para ficar no conforto de casa com a família e assistir-se a um bom filme. Por isso, aqui vão algumas sugestões cinematográficas perfeitas para a altura do Natal.

“How the Grinch Stole Christmas” 2000

Grinch odeia o Natal e resolve criar um plano para impedir que os habitantes da pequena cidade possam comemorar a data festiva. Por isso, na véspera do grande dia, o Grinch resolve invadir as casas das pessoas e furtivamente roubar delas tudo o que esteja relacionado ao Natal. Um filme diferente, com um protagonista carismático, o Grinch, que apesar das suas traquinices consegue nos conquistar aos poucos.

“Harry Potter” 2001-2011

Harry Potter passou a maior parte do seu tempo debaixo da escada na casa dos Dursleys, os seus tios que não gostam dele. Porém, quando é convidado para estudar na Escola de Feitiços e Magia Hogwart, Harry percebe que existem dois mundos: um é o mundo sem graça dos humanos comuns e o outro é cheio de magia, encanto e fantasia. Não poderia deixar de colocar a saga “Harry Potter”. Sou fã dos livros, e também dos filmes. Cresci com esta saga e sempre ocupará um lugar especial no meu coração e na minha memória. E, em todos os filmes se sente a magia no ar, logo são perfeitos para se assistir no Natal. Ideal para miúdos, para ficarem a conhecer a saga, a para graúdos, para recordarem bons belos tempos.

“Home Alone” 1990

Em Chicago, uma família inteira planeia passar o Natal em Paris. Porém, no meio da confusão um dos filhos, Kevin, com apenas 8 anos, é esquecido em casa. Assim, o rapaz vê-se obrigado a defender a casa de dois ladrões. É um dos clássicos de Natal, que repete e repete mas que nunca nos cansamos de ver. Divertido e para a toda a família.

“It’s a Wonderful Life” 1946

No Natal, George Bailey, que sempre ajudou todos, pensa em suicidar-se, por causa das maquinações de Henry Potter, o homem mais rico da região. Mas tantas pessoas oram por ele que Clarence, um anjo que espera há 220 anos para ganhar asas, é mandado à Terra para tentar fazer George mudar de ideias, demonstrando a sua importância através de flashbacks. Um clássico dos clássicos, sobre uma história de redenção, com uma mensagem bonita e perfeita para o Natal.

“Love Actually” 2003

Comédia romântica que no elenco reúne alguns dos actores britânicos mais conceituados, a história deste filme passa-se em Londres, nas vésperas do Natal, e gira em torno das vidas e amores de um grupo de pessoas que acabam por se cruzar. Um dos meus preferidos, e das poucas comédias românticas que gosto, um filme com uma vibe positiva mas realista, que aquece as noites frias de Natal.

“Mickey’s Christmas Carol” 1983

O Conto de Natal do Mickey é inspirado na história clássica de Charles Dickens, A Christmas Carol. Conta a história de Ebenezer Scrooge, um velho egoísta e avarento que não tinha limites para sua ganância e desprezava sentimentos como amor, amizade e generosidade. Até que, numa véspera de Natal, ele foi visitado pelos Três Espíritos do Natal, que o fizeram compreender qual seria o seu destino final se ele não mudasse as suas acções. A versão animada pela Disney do aclamado conto de Charles Dickens com as personagens que já conhecemos da Disney. Que também nos recorda do que é realmente importante no Natal.

“The Family Man” 2000

Jack Campbell é um investidor entediado com a sua longa vida de solteiro. Um belo dia, ele acorda e começa a imaginar como teria sido a sua vida se tivesse se casado com Kate, a sua namorada nos tempos de juventude. Até que, repentinamente, Jack acorda e vê-se um feliz marido, casado com Kate, pai de duas crianças. Um filme algo despercebido protagonizado por Nicolas Cage, mas bastante divertido, que enfatiza o facto do Natal ser melhor quando temos alguém com quem partilhá-lo.

“The Lord of the Rings” 2001-2003

Em tempos remotos, Sauron tentou dominar toda a Terra-Média graças ao poder do seu anel. Após Sauron ser derrotado em batalha e durante muitas eras, o anel foi considerado perdido. Agora, o anel do poder foi encontrado e entregue a um hobbit chamado Frodo. Quando Gandalf confirma que este é o anel do Poder de Sauron, Frodo tem de partir numa demanda para destruir o anel. A Irmandade do Anel atravessará a Terra-Média para levar a bom termo a sua missão. Peter Jackson fez um trabalho colosso ao adaptar este mundo ao cinema, mesmo quando se pensava que era impossível. São realmente filmes que nos transportam para outra dimensão. Uma história de fantasia e magia que já muitos/as (incluindo eu) se habituaram a ver pela noite dentro pela altura das festas natalícias.

“The Nightmare Before Chistmas” 1993

Jack Skellington é o Rei das Abóboras na cidade de Halloween. Certo dia, por acaso, ele descobre a cidade do Natal e fica tão impressionado com a ideia do Natal, com a alegria, com a música e com a boa disposição. De regresso a casa, Jack conta a toda a sua cidade que viu, mas aí, nem ele nem ninguém é capaz de perceber realmente o espírito do Natal. Jack continua inquieto até que certa manhã, uma ideia genial e diabólica apodera-se de todo o seu entusiasmo: este ano, irá ele ser o Pai Natal e toda a cidade de Halloween ficará encarregue dos preparativos da quadra. Uma animação em stop motion perfeita tanto para Halloween como para o Natal. Jack descobre o Natal e fica encantado com a sua magia, quem não fica. Tornou-se um filme de culto, com um protagonista inesquecível, e que se destacou pela sua criatividade.

“The Polar Express” 2004

É véspera de Natal e um rapaz está acordado. Sem acreditar no Pai Natal, ele espera por algo que faça com que a sua crença na figura natalina retorne. De repente ele ouve um grande barulho. O rapaz então vê à sua frente um gigantesco comboio com destino ao Pólo Norte, cujo condutor o convida para embarcar. Após certa relutância, ele decide seguir viagem. Com uma animação muito própria mas de qualidade, este filme juntou uma boa realização, a um bom argumento e uma banda sonora que fica no ouvido. E, que acorda a nossa criança interior.

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Trailer “Triple Frontier”

Sinopse: A fronteira entre Brasil, Argentina e Paraguai é o lugar onde o rio paraguaio, Paraná, divide o rio Iguaçú em território brasileiro e argentino. No entanto, além de um marco da fronteira geográfica entre os três países, a convergência de rios dificulta a monitorização policial da área, o que fez a região ficar conhecida como “o paraíso do crime organizado”.

Nomeações Golden Globes 2019

sem nome

Já são conhecidos os nomeados aos prémios Globo de Ouro de 2019, cuja cerimónia está marcada para 6 de janeiro. E, será apresentada pela atriz Sandra Oh e o comediante Andy Samberg.

Cinema

Melhor Drama
“Black Panther”;
“BlacKkKlansman”;
“Bohemian Rhapsody”;
“If Beale Streat Could Talk”;
“A Star Is Born”

Melhor Atriz (Drama)
Glenn Close;
Lady Gaga;
Nicole Kidman;
Melissa McCarthy;
Rosamund Pike

Melhor Ator (Drama)
Bradley Cooper;
Willem Dafoe;
Lucas Hedges;
Rami Malek;
John David Washington

Melhor Comédia ou Musical
“Crazy Rich Asians”;
“The Favourite”;
“Green Book”;
“Mary Poppins Returns”;
“Vice”

Melhor Atriz (Comédia ou Musical)
Emily Blunt;
Olivia Colman;
Elsie Fisher;
Charlize Theron;
Constance Wu

Melhor Ator (Comédia ou Musical)
Christian Bale;
Lin-Manuel Miranda;
Viggo Mortensen;
Robert Redford;
John C. Reilly

Melhor Filme de Animação
“Incredibles 2”;
“Isle of Dogs”;
“Mirai”;
“Ralph Breaks the Internet”;
“Spider-Man: Into the Spider-Verse”

Melhor Filme Estrangeiro
“Capernaum” (Líbano). Realizado por Nadine Labaki;
“Girl” (Bélgica). Realizado por Lukas Dhont;
“Never Look Away” (Alemanha). Realizado por Florian Henckel von Donnersmarck;
“Roma” (Espanha). Realizado por Alfonso Cuarón;
“Shoplifters” (Japão). Realizado por Hirokazu Kore-eda

Melhor Atriz Secundária
Amy Adams;
Claire Foy;
Regina King;
Emma Stone;
Rachel Weisz

Melhor Ator Secundário
Mahershala Ali;
Timothee Chalamet;
Adam Driver;
Richard E. Grant;
Sam Rockwell

Melhor Realizador
Bradley Cooper;
Alfonso Cuarón;
Peter Farrelly;
Spike Lee;
Adam McKay

Melhor Argumento
“Roma”;
“The Favourite”;
“If Beale Street Could Talk”;
“Vice”;
“Green Book”

Melhor Banda Sonora
Marco Beltrami, em “A Quiet Place”;
Alexandre Desplat, em “Isle of Dogs”;
Ludwig Göransson, em “Black Panther”;
Justin Hurwitz, em “First Man”;
Marc Shaiman, em “Mary Poppins Returns”

Melhor Canção
“All the Stars”, de “Black Panther”;
“Girl in the Movies”, de “Dumplin’”;
“Requiem for a Private War”, de “A Private War”;
“Revelation”, de “Boy Erased”;
“Shallow”, de “A Star Is Born”

Tv
Melhor Série (Drama)
“The Americans”;
“Bodyguard”;
“Homecoming”;
“Killing Eve”;
“Pose”

Melhor Atriz (Drama)
Caitriona Balfe;
Elisabeth Moss;
Sandra Oh;
Julia Roberts;
Keri Russell

Melhor Ator (Drama)
Jason Bateman;
Stephan James;
Richard Madden;
Billy Porter;
Matthew Rhys

Melhor Série (Comédia ou Musical)
“Barry”;
“The Good Place”;
“Kidding”;
“The Kominsky Method”;
“The Marvelous Mrs. Maisel”

Melhor Atriz (Comédia ou Musical)
Kristen Bell;
Candace Bergen;
Alison Brie;
Rachel Brosnahan;
Debra Messing

Melhor Ator (Comédia ou Musical)
Sacha Baron;
Cohen Jim Carrey;
Michael Douglas;
Donald Glover;
Bill Hader

Melhor Mini-Série ou Filme Produzido para a Televisão
“The Alienist”;
“The Assassination of Gianni Versace”;
“Escape From Dannemora”;
“Sharp Object”;
“A Very English Scandal”

Melhor Atriz (Mini-Série ou Filme Produzido para a Televisão)
Amy Adams;
Patricia Arquette;
Connie Britton;
Laura Dern;
Regina King

Melhor Ator (Mini-Série ou Filme Produzido para a Televisão)
Alan Arkin;
Kieran Culkin;
Edgar Ramirez;
Ben Whishaw;
Henry Winkler

Melhor Atriz Secundária
Alex Bornstein;
Patricia Clarkson;
Penelope Cruz;
Thandie Newton;
Yvonne Strahovski

Melhor Ator Secundário
Antonio Banderas;
Darren Criss;
Benedict Cumberbatch;
Daniel Brühl;
Hugh Grant

“Chistopher Robin” 2018

 

 

Christopher-Robin-BannerAnimação, Aventura, Comédia

Realização: Marc Forster

Argumento: Alex Ross Perry, Tom McCarthy, Allison Schroeder

Elenco: Ewan McGregor, Hayley Atwell, Bronte Carmichael, Mark Gatiss,

Christopher Robin, agora um adulto, tenta ajudar o Ursinho Pooh a encontrar os seus amigos. Uma vez que Pooh os encontra, o amável urso e companhia viajam a Londres para ajudar Christopher a redescobrir a alegria da vida.

Winnie e os seus amigos preencheram e ainda preenchem o imaginário de muitas crianças. Falo por mim, ainda nos dias de hoje é-me difícil resistir às suas personalidades e aventuras.
Ora, começamos por visitar a infância de Christopher Robin no bosque e com a inevitável despedida do bosque e dos seus amigos. Foi a metáfora para a despedida daquela fase maravilhosa que é a infância. Christopher lá prometeu que não se ia esquecer deles, mas a verdade é que isso não aconteceu. A vida dele mudou, teve de crescer rápido por causa de algumas circunstâncias da infância, cresceu e alistou-se na grande guerra e depois tornou-se pai de família. A responsabilidade de ser um chefe de família, e de ser um trabalhador competente, fez com que Christopher Robin perdesse a espontaneidade e a capacidade de se divertir até. E, todas estas circunstâncias afetaram a sua relação com a esposa e filha. E, é aí que entraram os nossos amigos peluches. A ingenuidade e a simplicidade do urso Pooh e dos seus amigos foi bem-vinda, pois Christopher Robin como adulto tende a complicar.

Foi alguns dos factores mais positivos do argumento, recordou-nos da nossa própria infância, e lembrou-nos que devemos ouvir a nossa criança interior. Uma parte de nós que sonha, imagina, e que se quer divertir de vez em quando. A história foi simples, mas não há nada de mal nisso. O diálogo inocente e ingénuo de Pooh e amigos contraditório ao do adulto e aborrecido Christopher Robin também foi interessante. Contudo, o argumento apresentou algumas falhas. Poderia ter sido mais mágico, digamos, aquela magia que nos era transmitida nos filmes animados da Disney. E, também mais divertido. Mas, não nos deixamos de nos sentir felizes depois de ver o filme.

O filme foi bem realizado, contudo não gostei da cinematografia. Escura e cinzenta, para este tipo de filme acho que se adequaria mais uma cinematografia mais colorida e garrida. Ou pelo menos quando as cenas se passavam no Bosque dos Cem Acres. Já o departamento de efeitos especiais esteve no seu melhor ao criar personagens animadas por computador realistas.

Ewan McGregor encarnou bem o Christopher Robin. Já os pequenos habitantes do bosque foram adoráveis.

É verdade que “Christopher Robin” poderia ter sido melhor, contudo não deixa de ser um filme agradável e nostálgico que nos transporta para a inocência da infância.

Classificação- 3,5 em 5 estrelas